quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Transporte Público de Qualidade


Transporte Público de Qualidade

Olhe em volta, observe a rua. O que você vê? O espaço das ruas, que chamamos de espaço público, está ocupado por carros. Os transportes públicos, calçadas e ciclovias, juntos, somam menos de 10% deste espaço. Vivemos uma crise de mobilidade com aumento dos congestionamentos, da poluição atmosférica, das mortes no trânsito e do tempo que gastamos para o deslocamento, nos carros ou nos ônibus. A infra-estrutura viária é fator determinante do planejamento físico e territorial, e com a pressão exercida pelo crescimento vertiginoso da frota de automóveis, grande parte do investimento público é destinado a este modo de transporte privado.
Entendemos que isso é resultado de um modelo de mobilidade excludente focado no automóvel, que tem recebido no último ano mais de 12 bilhões de reais de incentivo fiscal do governo federal para a produção e venda de carros, beneficiando montadoras, concessionárias e proprietários de veículos. Como se não bastasse, soma-se a imensa soma de recursos federais através do PAC para as rodovias e os incentivos tributários e investimentos de governos estaduais e locais em mais avenidas, pontes e viadutos para os carros.

Com tantos recursos públicos para os automóveis gastos somente este ano, seria possível melhorar significativamente o sistema de transporte público, que não recebe hoje a devida atenção do poder público como serviço essencial, como determina a Constituição Federal: os investimentos são insuficientes e os usuários pagam integralmente os custos de operação do sistema de transporte, incluindo as gratuidades e descontos (estudantes, idosos e pessoas com deficiência, por exemplo) e todos os tributos municipais e federais que somam mais de 40% do valor das tarifas.

Esse quadro só será alterado com a pressão da sociedade organizada sobre o poder público. O FNRU tem atuado nas instâncias democráticas pressionando o governo, mas não tem sido suficiente; é necessária a mobilização nas ruas para que o governo coloque na sua agenda econômica e social o transporte público como eixo estrutural da mobilidade urbana e direito de todos. No dia da Jornada Brasileira "Na Cidade sem meu Carro", o FNRU torna público seu posicionamento:

1. contra a privatização do espaço público pelos automóveis e pelo desenvolvimento de ciclovias e outras formas de transporte alternativo nas cidades, não poluentes;

2. pela implantação de um sistema de transporte público eficiente, integrado, de qualidade e com acessibilidade para todos/as;

3. pela implantação da tarifa temporal (Bilhete Único) nas regiões metropolitanas;

4. pelo barateamento das tarifas do transporte público, promovendo a justiça tributária e social, e pela gratuidade das passagens dos estudantes, desempregado , pessoas com deficiência e idosos;

5. pela implantação de um sistema de transporte aquaviário em toda a região amazônica, bem como nas cidades com potencial para desenvolver este sistema por sua localização costeira, ou por possuírem rios e baías no seu território;

6. pela implementação de sistemas de transportes coletivos com energia limpa, não poluente.

Nossa luta é pela justiça social e tributária para os transportes públicos, e que este seja tratado como serviço essencial, barateando as tarifas de forma significativa para os usuários dos serviços, promovendo acesso ao trabalho, à cultura, à saúde, enfim, acesso à cidade como um direito de toda a população.

A política urbana permanece setorializada: não há integração entre políticas habitacionais, de saneamento e dos programas de infra-estrutura urbana. O modelo sócio territorial de segregação contribuiu, através dos anos, para a produção de cidades cada vez mais excludentes e insustentáveis do ponto de vista social, ambiental e econômico. Exemplo recente foram os investimentos em habitação no programa "minha casa, minha vida" em que recursos para infra-estrutura são insignificantes e não há exigência de transportes públicos para sua implantação, ao contrário do que afirma o Estatuto das Cidades e o Plano Nacional de Habitação, solenemente desprezados por este programa.
A ausência de Planos diretores de transporte urbano ou de sua articulação com os demais planos setoriais, conselhos municipais inexistentes ou sem condições de exercer seu controle social e participação popular sobre as políticas urbanas, enfim, instrumentos para uma gestão democrática das cidades estão enfraquecidos na maioria das cidades. Há poucos e isolados casos de organização da sociedade e poder público no sentido de pensar conjuntamente esta política que afeta a todos e todas.

O FNRU defende e tem lutado para que os recursos prometidos para um chamado PAC da Mobilidade, agora 'PAC da Copa', consistam em investimentos nos sistemas estruturais da
mobilidade, em transportes públicos (metrôs, ferrovias urbanas, veículos leves sobre trilhos, corredores exclusivos de ônibus integrados com calçadas acessíveis, ciclovias e automóveis) e que sejam implantadas medidas de restrição do uso dos automóveis nos centros, com taxação de estacionamentos nas vias públicas e pedágio urbano, cujos recursos sejam aplicados nos transportes públicos.

Defende o FNRU também, que esses investimentos não se restrinjam às 12 cidades da Copa, tampouco atendam apenas às exigências da FIFA, ou seja, ligar aeroportos, estádios e hotéis, mas que atendam também as cidades onde a crise de mobilidade esteja consolidada. E reivindica medidas efetivas e controle social para que não aconteça o ocorrido nos Jogos Pan-americanos no Rio de Janeiro em 2007, ou seja,um sem número de despejos forçados para a realização das obras. Esses investimentos serão realizados pelos Estados e Municípios e autorizados pelo Governo federal ao permitir ampliar o limite de endividamento dos mesmos (excepcionalizar o acesso aos recursos) e o FNRU entende urgente a organização da sociedade para fiscalizar sua aplicação.

Empregado como instrumento de política pública, o transporte público de qualidade para todos viabiliza cidades com qualidade de vida, por meio da mobilidade sustentável, que
democratiza o uso da via pública, garante o acesso à moradia e aos serviços urbanos, reduz os congestionamentos - e, conseqüentemente, a poluição, a diminuição dos gastos com saúde pública e faz cair o número de mortos e feridos no trânsito.

O FNRU reivindica urgência na implantação de um novo modelo de mobilidade, que priorize os investimentos em transporte público de qualidade e acessibilidade para todos e todas e que invista em novas formas de transporte não poluentes. Convidamos a todos/as que sofrem a precarização deste serviço a se mobilizar por uma cidade para todos/as, justa, democrática e sustentável.

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Logistiaca é isso

Essa carreta transporta até 35.ton.
Mas no Brasil tudo é possível.
Ai que essa menina foi carregada com 45 ton. para o Ceara.  

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

VIAGEM AO MT

Essa é a hora mais perigosa para se viajar pelas estradas do estado do Mato Grosso.
Pois o sol se pondo deturpa a visão do motorista.

domingo, 4 de setembro de 2011

ESTRADAS DO BRASIL

Essa ai é uma rodovia que fica localizada no estado do MT.
Agora me diga se com uma rodovia dessas tem condições de termos uma boa logística em nosso pais.
Note que os caminhões são bons e novos,no entanto,as condições da rodovia é precária.
Existe casos dos caminhões ficarem até dez dias parados para prosseguir viagem,pois a lama e os buracos não deixam ir a diante.
Cade nossos governantes que não tomam uma atitude.  
Quando chove ai é que fica terrível  

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

VIAGEM AO MT


E 2005,fiz minha primeira viagem de automóvel ao Mato Grosso. Foi muito bom.Como vocês podem observar nesse vídeo de 12 m',a paisagem é exuberante .Porem a um pequeno problema,as estradas.São muito perigosas. Exige muita atenção caso o contrario você pode morrer.  

Usina Hidrelétrica Engenheiro Sousa Dias

  
Situada sobre o Rio Paraná, na intersecção com o Rio Sucuriú, no ponto chamado Jupiá, entre as cidades de Três Lagoas (Mato Grosso do Sul) e Castilho (São Paulo), a Usina Hidrelétrica Engenheiro Sousa Dias é a terceira maior usina hidrelétrica do Brasil.A construção da Usina do Jupiá, como também é chamada, foi iniciada na primeira metade da década de 1960 pelo governador Adhemar Pereira de Barros, e finalizada no ano de 1974, utilizando tecnologia inteiramente brasileira. Apesar de ter sido um projeto desenvolvido durante a ditadura militar,período marcado por obras faraônicas, a Usina Hidrelétrica Engenheiro Sousa Dias é relativamente eficaz em termos da área alagada e da destruição ambiental causada e da eletricidade ali produzida. Entre as três maiores usinas hidrelétricas do Brasil, em termos de eficiência perde somente para a maior, a Usina hidrelétrica de Itaipu, e ultrapassa a Usina hidrelétrica de Ilha Solteira.
A usina possui 14 unidades geradoras (turbinas Kaplan), com potência instalada total de 1.551,2 MW. Tem, também,dois grupos turbina-gerador para serviço auxiliar, com potência instalada de 4.750 kW em cada grupo. Sua barragem tem 5.495 m de comprimento e seu reservatório tem 330 km². Além disso, a Usina hidrelétrica Engenheiro Sousa Dias tem a seu dispôr uma eclusa que permite a navegação do Rio Paraná, além da integração hidroviária com o Rio Tietê.
A U. H. Engenheiro Sousa Dias encontra-se em conformidade com a Norma ISO 9001:2000.

         Fonte: WIKIPEDIA.
Após décadas de travessia sobre a estreita via de manutenção da barragem da Usina Hidrelétrica Engenheiro Souza Dias (Usina de Jupiá), finalmente a divisa Castilho/SP - Três Lagoas/MS receberá uma ponte. Ela será construída à jusante do vertedouro, ao lado da ponte ferroviária da antiga linha férrea Noroeste do Brasil.


Atualmente existe ai uma enorme e imponente ponte.


   

sábado, 11 de junho de 2011

O PAPEL DO CONFERENTE NA LOGISTICA

No âmbito das suas funções, compete a um conferente assistir às operações de carga e descarga das embarcações, nas quais é responsável por identificar e contar as mercadorias, controlar as pesagens, prevenir os derrames, medir os espaços vazios e temperaturas nos porões das embarcações, recolher amostras e outros elementos necessários à realização de exames periciais e de medições. O conferente é responsável por efetuar o relatório final das operações, relativamente à fiscalização, condições de recepção e embarque das mercadorias, eventuais alterações e acondicionamento. Nos portos, o conferente é reponsável pelo controle de recepção e de entrega das mercadorias nos cais, entrepostos, armazénse terminais.
  Um conferente de carga ou conferente marítimo é um profissional administrativo da marinha mercante responsável pela contagem e identificação de mercadorias a bordo de umnavio ou pela recepção e entrega de mercadorias nas instalações portuárias
        Recepcionam, conferem e armazenam produtos e materiais em almoxarifados, armazéns, silos e depósitos. Fazem os lançamentos da movimentação de entradas e saídas e controlam os estoques. Distribuem produtos e materiais a serem expedidos. Organizam o almoxarifado para facilitar a movimentação dos itens armazenados e a armazenar. 
  

Receber, verificar a quantidade e qualidade das mercadorias recebidas e registrar dados manualmente ou usando computadores.
-Empacotar e desempacotar itens a serem armazenados nas prateleiras do almoxarifado ou em pátios de armazenagem.
-Verificar inventários comparando as contagens físicas com os números existentes no sistema de controle do almoxarifado. Verificar as divergências ou ajustar os erros.
-Armazenar itens de uma maneira ordenada e acessível em almoxarifados, depósitos de ferramentas, depósitos de suprimentos ou outros tipos de estoque.
-Marcar os itens usando etiquetas ou selos de identificação, ferramentas de marcação elétricas ou outros equipamentos de identificação.
-Limpar e manter suprimentos, ferramentas, equipamentos e áreas de armazenamento de acordo com as regras de segurança.
-Determinar métodos adequados de armazenagem e de identificação baseados na rotatividade dos materiais, meio ambiente e disponibilidade de recursos físicos.
-Registrar o uso e as perdas de estoque ou de equipamentos de manuseio.
-Examinar, inspecionar e reportar aos supervisores os defeitos dos materiais.
-Ajudar outros colegas nos trabalhos do almoxarifado quando necessários.
-Expedir as mercadorias corretamente.
-Empacotar mercadorias.
-Enviar mercadorias para serem consertadas
-Manter registros atualizados e corretos dos estoques.
-Solicitar mais mercadorias quando necessário.

-Verificar as faturas das mercadorias.

-Responder consultas escritas e por telefone além de reclamações.

-Relacionar-se com transportadoras e clientes.

-Pode ter que dirigir empilhadeiras ou pequenos carrinhos de transporte
-Manter o almoxarifado limpo e organizado.
-Responsável pela segurança do almoxarifado.
1- Habilidades Necessárias 
Social
Saber lidar com pessoas.

Digitação
Saber digitar e lidar com computadores.

Falar
Saber falar com outras pessoas para obter informações eficientemente.

Ouvir com atenção
Saber prestar total atenção a que outras pessoas estão dizendo, tentando entender o que estão dizendo, os pontos colocados e fazer perguntas adequadas além de não interromper em horas inadequadas.

Aprender
Entender as implicações de novas informações para resolução e decisões sobre problemas atuais e futuros.

Matemática
Usar a matemática para resolver problemas.

Compreensão oral
Saber ouvir e entender informação e idéias apresentadas por palavras e frases orais.

Sensibilidade a problemas
Saber distinguir quando algo está (ou irá ficar) errado. Não significa que irá resolver o problema porém saber identificar quando existe um problema.

Raciocínio dedutivo
Saber aplicar regras gerais a problemas específicos para produzir respostas que façam sentido.

Organização de informação
Saber arranjar coisas ou ações em uma certa ordem ou padrão segundo uma regra ou conjunto de regras específicas (ex: padrão de números, letras, palavras, imagens, operações matemáticas). Em resumo, saber organizar mercadorias eficientemente em locais pequenos e cheio de mercadorias.

Destreza manual
Habilidade em rapidamente mover a mão ou mão e braço ou duas mãos de modo a segurar, manipular ou montar objetos.

Coordenação dos membros
Habilidade de coordenar (sentado, de pé ou deitado) dois ou mais membros (duas mãos ou duas pernas ou uma mão e uma perna).

Visão de perto
Habilidade de ver detalhes bem de perto.

Comunicação oral
Saber comunicar eficientemente (de modo que outras pessoas possam entender) informações ou idéias ao falar.

Raciocínio indutivo
Habilidade de combinar informações para formar regras ou conclusões gerais e, também, a habilidade de encontrar relações entre eventos aparentemente sem relações.

Força estática
Habilidade de exercer força muscular para levantar, empurrar, puxar ou carregar objetos.


2- Conhecimentos Necessários 
Devem conhecer as mercadorias com que trabalham, como armazenar e o sistema de inventários usado no almoxarifado ou depósito. Saber dirigir uma empilhadeira e saber usar carrinhos de transporte manuais também é necessário. 

3- Qualidades Pessoais 

Organizado
Manter sempre em constante ordem os estoques e identificar os mesmos com exatidão numa adversidade de material

Confiabilidade
Ser confiável, responsável e cumpridor de seus deveres.

Atenção a detalhe
Ser cuidadoso com detalhes e completo ao executar seu trabalho. Saber trabalhar com precisão, detalhista ao registrar entradas e saídas de mercadorias em estoque.

Cooperação
Ser agradável e prestativo com outras pessoas.

Preocupação com outras pessoas.
Ter sensibilidade as necessidades de outras pessoas e ajudá-las quando necessário.

Auto controle
Controlar emoções e evitar comportamento agressivo mesmo em situações difíceis. Ao lidar com clientes saber ser profissional e ter maturidade para saber lidar com clientes que algumas vezes ficam zangados. Saber ser calmo e não tomar o assunto como pessoal.

Integridade
Ser honesto e ético.

Persistência
Ser persistente em face de obstáculos.

Iniciativa.
Aceitar responsabilidades e desafios.

Orientação social
Preferir trabalhar com outros do que sozinho.

4- Requisitos Físicos 
Necessita ser razoavelmente forte pois o trabalho requer muitas tarefas de levantar materiais. 

    

   

quinta-feira, 2 de junho de 2011

ESTRADA BOIADEIRA

Essa é uma tipica estrada do sertão Matogrosence.Por ela passa muitas boiadas com destino a capital Cuiaba.  As estradas boiadeiras são aquelas usadas e/ou em uso para o deslocamento das boiadas e o acesso às propriedades no pantanal mato-grossense. A proposta detalha uma importante situação: a exploração econômica, além do deslocamento das boiadas, só será permitida para o incremento do ecoturismo e do turismo científico, com vistas ao desenvolvimento sócio-econômico da região pantaneira. 

O site O Documento, de Várzea Grande (Cuiabá) publicou o seguinte texto:

"As estradas boiadeiras se tornaram uma passagem impossível de ser interrompida, dada a importância peculiar da história e cultura que ao mesmo tempo servem para trânsito de veículo, tratores, carros de boi, carroças no escoamento da produção pecuária. Ainda é a principal ligação da propriedade rural com as cidades, sendo o grande elo para que as comunidades rurais e áreas urbanas se completem". 

Um projeto de lei de autoria do presidente da Assembleia Legislativa, deputado José Riva (PP), declara como integrantes do patrimônio histórico, cultural, econômico e turístico do Estado de Mato Grosso, as estradas boiadeiras do pantanal mato-grossense. O objetivo é proporcionar significativo ganho econômico aos municípios com a prática do ecoturismo. A matéria está tramitando no Poder Legislativo e deve entrar na pauta de discussão nesta semana. 
Conforme o projeto, estradas boiadeiras são aquelas usadas e/ou em uso para o deslocamento das boiadas e o acesso às propriedades no pantanal mato-grossense. A proposta detalha uma importante situação: a exploração econômica, além do deslocamento das boiadas, só será permitida para o incremento do ecoturismo e do turismo científico, com vistas ao desenvolvimento sócio-econômico da região pantaneira.
O deputado Riva explica que o Estado garantirá a criação de mecanismos tais como incentivos a projetos, expedições educativas e ações de pesquisas para gerar e fornecer dados e informações sobre a utilização racional destas estradas. Informa ainda que o desenvolvimento de ações se efetivarão por estreita relação de cooperação entre União, os Estados e Municípios, nos limites de sua autonomia e competência. “Tendo em vista o equilíbrio do desenvolvimento da região, as estradas boiadeiras serão revitalizadas, preservadas, restauradas, conservadas e ampliadas para serem também utilizadas para a prática do ecoturismo”, afirma o parlamentar.
As estradas boiadeiras se tornaram uma passagem impossível de ser interrompida, dada a importância peculiar da história e cultura que ao mesmo tempo servem para trânsito de veículo, tratores, carros de boi, carroças no escoamento da produção pecuária. Ainda é a principal ligação da propriedade rural com as cidades, sendo o grande elo para que as comunidades rurais e áreas urbanas se completem. “Cumpre também importante papel quando da interrupção das rodovias vicinais ou municipais durante o período de alagamento ou outro fator qualquer”, complementa Riva e finaliza: “O turista que realizar este trajeto voltará atenção para contemplar o exótico e o desconhecido mantendo contato com a fauna e flora, registrando e trocando culturas quer sejam com os proprietários, fazendeiros, capatazes, encarregados de campo ou vaqueiros”.
 
 Esse progeto é muito importante logisticamente falando,pois, ira propiciar a cultura local e promover o turismo. Com gera empregos e divisas ao Brasil.
    MUITO BOM.